segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Da Lamparina a Energia Elétrica com a Força do Trabalho

Mauro Filho - A Luz que o Campo Buscava

Lavras da Mangabeira é um dos municípios na região do Vale do Salgado onde os quase 993 km² tem a zona rural uma cobertura de rede elétrica de 100%. A quatro décadas atrás, o candeeiro, a vela, a lamparina e o lampião eram equipamentos básicos das casas nas comunidades da zona rural lavrense, que era totalmente escura, desprovida de energia elétrica.  
Em época de campanhas eleitorais, fossem elas, municipais ou a nível nacional e estadual, era muito comum se ver políticos peregrinando pela zona rural em busca de votos, e uma das promessas mais feitas, o que muitos deles nunca cumpriram, seria a colocação de energia elétrica nessas comunidades.
A virada dessa história se deu no início de 1993, quando aportava em Lavras da Mangabeira, um Secretário de Governo do Estado Ceará, chamado Mauro Benevides Filho, que muito jovem estava no começo de sua vida política. Levado ao município por Carlos de Olavo, Mauro Filho  e o Ex-Prefeito, na época atual chefe do executivo lavrense lançaram um desafio: “Iluminar a Zona Rural lavrense, levando o que muitos haviam prometido e nunca cumpriram, a Energia Elétrica”.



No princípio, muitos não acreditaram, pois, o descrédito no tocante a promessa feita, era enorme junto aos politicos. Naquele momento, Mauro Filho acreditava que no meio rural, o fornecimento de energia elétrica tinha muita importância, tanto do ponto de vista social, como do econômico, como se configura nos dias atuais.

Mauro Filho e Carlos de Olavo
Segundo o secretário, vista pelo aspecto social, a disponibilidade de energia proporciona conforto ao lavrense do campo, evitando, assim, que migrasse para os grandes centros urbanos em busca de melhor qualidade de vida. Isso acontece porque a energia possibilita a utilização de aparelhos eletrodomésticos, iluminação de ambientes e o acesso aos diversos meios de comunicação. Tudo isso, indiscutivelmente, constitui benefícios que propiciam melhor qualidade de vida para as pessoas que residem no campo. Mauro Filho e Carlos de Olavo, buscando essa benfeitoria se puseram a percorrer as comunidades na zona rural de Lavras da Mangabeira, cortando-a de ponta a ponta, levando a realidade de um sonho sonhado por muitas famílias a dezenas de décadas. 

As duas primeiras comunidades que provaram da realidade, do compromisso assumido, foram: Oitis e Vila Patos. Ali, era dado o ponta pé inicial do projeto.


O primeiro passo, foi organizar as comunidades. O Prefeito Carlos de Olavo, investiu na criação de diversas Associações Comunitárias, dotando-as de estatuto próprio, legalizando-as uma a uma para que pudessem gozar das benesses dos programas governamentais.

Mauro Filho e Ciro Gomes
Carlos de Olavo em Lavras da Mangabeira e Mauro Filho junto ao Governo do Estado, na época comandada pelo atual presidenciável Ciro Gomes, transformavam a zona rural de Lavras da Mangabeira, iluminando-a. Como economista, Mauro Filho via que o projeto pelo lado econômico, contribuía para o aumento e qualidade dos produtos agrícolas, pois permitia que o produtor tivesse acesso a algum tipo de tecnologia para realizar as atividades de produção com maior eficiência e rapidez. Assim, com a disponibilidade de energia, era possível acionar máquinas utilizadas nos processos produtivos, intensificando a produção, melhorando a qualidade dos produtos e reduzindo o custo levando uma maior lucratividade, contribuindo para fixação do lavrense no campo.
Zona Rural de Lavras da Mangabeira - Quase 100% Iluminada
Passados quase três décadas, o nome de Mauro Filho sempre é lembrado com muito carinho e gratidão por aqueles que continuam na área rural de Lavras da Mangabeira buscando no campo o sustento de suas famílias, esperançosos de dias melhores e que políticos como Mauro Filho (Ficha Limpa) continuem a conquistar a consideração dos lavrenses, porque, o voto será apenas uma consequência.





De Camilo Santana para Ciro Gomes: estamos juntos

O governador Camilo Santana (PT) falou pouco menos de 10 minutos, mas foi o suficiente para tranquilizar os pedetistas e deixar enraivecidos uma boa parte dos petistas cearenses que não queriam uma manifestação tão explícita do governador em favor da candidatura presidencial de Ciro Gomes. Em mais de uma oportunidade, ontem à noite, na inauguração do comitê de campanha do deputado federal André  Figueiredo (PDT) ele, olhando para Ciro disse que “estava junto”, que se inspirava em Ciro, que o pedetista já havia dado uma grande contribuição ao Ceará, sendo governador do Estado, prefeito de Fortaleza, e agora dava uma grande contribuição ao Brasil, participando da disputa presidencial.
“Quero dizer que estamos juntos”… ” Ciro. Cid, meus amigos, meus irmãos, estamos juntos”. Camilo disse que é parte de um projeto para o Ceará, iniciado por Cid no Governo do Estado, quando ele foi secretário, sendo Ciro o inspirador. “Nós nos inspiramos em Ciro”
Antes do discurso de Camilo, quem falou foi o Cid. Ele, depois de criticar alguns dos candidatos à Presidência da República, dizendo inclusive que  pelo menos uns , “cinco deveriam estar num manicômio” e dois eram a continuidade do Governo Temer: Alckmin e Meireles, responsabilizou os governos petistas pela fragilização da esquerda. “Hoje se tem vergonha de dizer que é de esquerda”, por conta da roubalheira acontecida nos últimos governos de esquerda”.
Fonte: DN

QUE ABSURDO: STF gasta R$ 2 milhões com carros da frota do Tribunal

Cármen Lúcia dirige um fusquinha. Ótimo. Mas antes de deixar o comando do Supremo Tribunal Federal, poderia ter cortado alguns dos 88 carros da frota do STF.
Segundo informa a Veja, até junho último, foram R$ 2 milhões com essa despesa.


PT de Fortaleza deve confirmar posição contra apoio à reeleição do senador Eunício Oliveira

O PT de Fortaleza vai promover reunião, a partir das 17 hora, na Casa Vermelha, reduto político do vereador Guilherme Sampaio, postulante a deputado estadual pela legenda. A informação é do presidente municipal Deodato Ramalho.
Na agenda, segundo Deodato, a busca por “um fio condutor de uma campanha com as contradições da formação do palanque”.
Deodato Ramalho integra o grupo da deputada federal Luizianne Lins e do deputado estadual Elmano de Freitas que não estão engolindo o fato de o governador Camilo Santana estar apoiando a reeleição do senador Eunício Oliveira (MDB). “A militância não aceita votar em golpista”, diz o dirigente municipal referindo-se a Eunício.
A militância, no entanto, votará na reeleição do governador, em Cid Gomes (PDT) e em Lula, caso esta postulação se consolide, adianta Deodato Ramalho.
VAMOS NÓS – O curioso nesse jogo de contradições é que o primeiro suplente do senador Eunício Oliveira na atual legislatura é o petista Waldemir Catanho, ligado à deputada federal Luizianne Lins. Catanho não teve nome mantido na chapa de reeleição do emedebista.
Fonte: Blog do Eliomar

Prefeito Roberto Cláudio puxa ato pró-campanha de Ciro, Camilo e Cid Gomes

Julio Ventura, segundo suplente de Cid Gomes, Roberto Claudio, Camilo e Cid.
O prefeito Roberto Cláudio, mesmo com a agenda administrativa, vai puxar, a partir das 18 horas desta segunda-feira, no Marina Park Hotel, o movimento denominado de “Juntos com o 12”. O objetivo, segundo RC, que preside o PDT na Capital, é reforçar as campanhas de Ciro Gomes, Camilo Santana e do ex-governador Cid Gomes, postulante ao Senado.
Os partidos que integram a coligação pró-Camilo foram convocados, além de vereadores, lideranças populares e comunitárias e candidatos a deputado federal e deputado estadual com base eleitoral em Fortaleza.
O governador Camilo Santana, a vice-governadora Izolda Cela e Cid Gomes marcarão presença no ato.
VAMOS NÓS – Roberto Cláudio voltou a evitar, no fim de semana, perguntas sobre apoio ao senador Eunício Oliveira (MDB). O que terá acontecido para que ele nem quisesse comentar o tema?
Fonte: O Povo Online

LAVRAS/CE: CGU descobre superfaturamento em obra na BR-230

A Rodovia Transamazônica, BR-230, cruza o Brasil de oeste a leste. De Lábrea, no Amazonas, até Cabedelo, na Paraíba. Mais de 4.223 km de extensão total, mas boa parte, mais ao Norte, nunca foi nem sequer pavimentado. Há trechos assim ainda desde os anos 1970, quando a estrada foi inaugurada. 
No caminho pelo Ceará, a estrada passa ao sul do território e não é das melhores para trafegar no Estado. Uma irregularidade descoberta pela Controladoria Geral da União (CGU), na execução de um contrato de recuperação e manutenção de trecho próximo ao município de Farias Brito, no Cariri cearense, nem é tão perceptível a quem passa dirigindo pelo local. Parece até discreta, mas representa R$ 2,3 milhões em superfaturamento aos cofres federais.
Roberto Vieira de Medeiros
 Chefe do CGU, mostra pedra utilizada 
em acostamento da BR 230. 
(Foto:Fabio Lima/O POVO)
O contrato total firmado entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) e a construtora Ápia é no valor de R$ 39,5 milhões. Dessa quantia, a empreiteira já recebeu R$ 4 milhões (10,24%), faturados e pagos. O acerto previa obras e serviços Desde reparos na pista e acostamento à recomposição de drenagem e sinalização da rodovia até Lavras da Mangabeira - cerca de 70 km entre as duas cidades. Numa das principais irregularidades constatadas pela CGU, pontos da sarjeta, acostamento e meio-fio que formam a estrutura de drenagem deveriam ter sido reconstruídos em concreto, porém, o material usado no local foi apenas argamassa. 
É um material que esfarelava na mão dos fiscais", descreve o chefe regional da CGU, Roberto Vieira de Medeiros. A situação surpreendeu até mesmo os fiscais do órgão que atuaram na inspeção. Alguns pedaços da argamassa "arrancados com a mão" estão guardados no escritório da CGU em Fortaleza. Se apertada mais fortemente, a peça chega a se desmanchar em algumas partes. "Só fizeram a restauração com essa argamassa, de qualidade muito ruim, arenosa. Foi um tipo de falha muito primária, elementar. Faz muito tempo que a gente não vê esse tipo de erro. É falha cabal de acompanhamento com relação à execução", diz Medeiros.

A CGU calculou a cifra superfaturada a partir do que foi (ou nem foi) executado fora das especificações contratadas nos serviços de drenagem. O relatório da CGU registra cálculos e medições técnicas de cada irregularidade apontada. Meios-fios que deveriam medir 30 centímetros foram encontrados com 21 ou 23 cm, e com volume de concreto apenas 41% dentro do que fora acertado. O malfeito saltou aos olhos. A sarjeta de drenagem deveria ter 125 cm de largura interna, foi executada com 80 cm, cerca de 1/3 menor.

"As sarjetas argamassadas estão todas trincadas. Essa situação permite a infiltração de água para a base da rodovia, o que causará a degradação de toda a estrutura granular e, consequentemente, afetará a estabilidade do pavimento", apontaram os auditores. O projeto contratado "previa a implantação de meio-fio, não a recomposição dele", descreve o documento da CGU. Não poderia, portanto, passar apenas por recuperação, mas deveria ter sido refeito. A fiscalização do contrato e da execução das obras cabia ao próprio Dnit, através da Unidade Local (UL) de Icó. 

A inspeção no trecho cearense da Transamazônica foi feita em novembro de 2017. O relatório final da CGU foi concluído em maio deste ano. Em fevereiro, um documento prévio chegou a ser apresentado à direção geral do Dnit, em Brasília, que fez o alerta à superintendência no Ceará. Aconteceram reuniões entre os dois órgãos para discutir medidas que poderiam contornar a situação. O então superintendente local do Dnit, Francisco Caminha, também recebeu em seu gabinete diretores e engenheiros da construtora Ápia, para tratar da situação da BR-230. 

Apesar do contrato ainda vigente, a Ápia interrompeu os trabalhos na rodovia desde que a situação foi apontada pela CGU. Informação dada ao O POVO no último dia 9, por Caminha, exonerado do cargo naquela mesma data. Ele foi superintendente do órgão desde março até a semana retrasada - nem era o chefe do órgão à época da inspeção da Controladoria. Na última sexta-feira, dia 17, a engenheira civil Liris Campelo, analista de infraestrutura do órgão, tomou posse como a nova superintendente regional do Dnit. No início da semana passada, ela visitou trechos da BR-230 onde foram detectadas as irregularidades. 

Os recursos para pagamento do contrato são do Programa Integrado de Revitalização "Crema-1ª etapa", o plano permanente da autarquia para conservação, recuperação e manutenção de rodovias.

EXPLICAÇÕES DO DNIT-CE POR REFAZER
Medições de trechos de obras na BR-230 no Ceará, auditados pela CGU, já tiveram os pagamentos estornados pelo Dnit. E medições futuras serão anuladas, até chegar ao valor apontado como superfaturado. Informação do ex-superintendente local do órgão, Francisco Caminha. A empresa também teria se comprometido em refazer serviços apontados pela CGU.

NOVA CHEFE
Na última sexta-feira, foi empossada a nova superintendente do Dnit-CE, Liris Campelo. Caminha passou apenas cinco meses no cargo - saiu para trabalhar na campanha eleitoral. Tanto Caminha como Liris consideram a análise feita pela CGU nos serviços da BR-230 como "pontual".
INTERNAMENTE
A CGU recomendou apurar possíveis responsabilizações dentro no Dnit. Segundo Caminha, "ainda não teria sido identificado erro de servidores".
DINHEIRO PÚBLICO
O chefe da CGU no Ceará, Roberto Vieira de Medeiros, faz questão de exibir a peça de argamassa, arrancada com a mão por um dos fiscais do órgão, trazida de trecho auditado da BR-230, próximo a Farias Brito. O material estava entre a sarjeta e o acostamento, área dada como refeita no serviço contratado pelo Dnit-CE. No lugar deveria haver concreto. "Isso é claro desperdício do dinheiro público. Deveria ter durabilidade, mas você vê que iria se perder rapidamente. Se arrancaram com a mão, imagine o que pode acontecer ao pneu de um veículo". Medeiros admite ser comum encontrar obras que não atendem a especificações técnicas dos contratos, mas considerou a falha descoberta pela CGU como "gritante". 
O que diz a auditoria da Controladoria 
O CONTRATO
A BR-230 passaria por obras e serviços de manutenção rodoviária através do contrato UT-03.1.0.00.000276/2016-00, a cargo da Construtora Ápia. Vigência de 1.080 dias, a partir de 17/5/2016. É um trecho da Transamazônica próximo ao município de Farias Brito, no Ceará.
VALOR TOTAL
R$ 39.548.960,44. (Mais R$ 1.150.000,00 em contrato de supervisão da obra, com a JBR Engenharia. Vigente desde 9/8/2017)
DATA DA INSPEÇÃO
De 6 a 10 novembro/2017. CGU apresentou relatório em maio/2018.
O QUE JÁ FOI PAGO
R$ 4.033.066,41. Repasse parcial feito somente à construtora Ápia, o equivalente a 10,24% dos serviços contratados. Não chegou a haver pagamento à supervisora JBR Engenharia.
O QUE FOI CONSTATADO
- Superfaturamento na execução de dispositivos de drenagem (meio-fio, acostamento e sarjeta). Trabalho não foi executado ou foi feito em desacordo com as especificações técnicas e composições de preços. Prejuízo estimado: R$ 2.300.188,50.
- Pagamento irregular de serviços de construção de barracão para canteiro de obras. Valor apontado: R$ 26.466,80.
- Unidade Local do Dnit em Icó servindo de depósito temporário de veículos e motos apreendidos, a pedido do chefe da delegacia e do juiz da comarca. É mencionado no relatório a invasão do imóvel e o furto de peças de veículos.
O CÁLCULO DO SUPERFATURAMENTO
Feito a partir de medições técnicas do que foi ou deixou de ser executado fora das especificações do contrato.
ALGUMAS DAS IRREGULARIDADES
- Meios-fios que deveriam ter 30 centímetros foram feitos com sete ou até nove centímetros a menos.
- Volume de concreto em 1 metro de meio-fio estava com apenas 41,42% do que estava previsto.
- Sarjetas triangulares que formam o sistema de drenagem deveriam ter sido refeitas em concreto, mas em vez disso receberam remendos de argamassa.
- As mesmas sarjetas deveriam medir 125 centímetros na largura interna, mas os auditores da CGU encontraram alguns pontos delas medindo 80 centímetros.
- Os auditores afirmam ter encontrado vários pontos de meio-fio não contemplados no projeto contratado, mas dados como medidos e pagos à revelia.
Fonte: O Povo Online

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Proposta de Ciro atrai elogios de especialistas

A meta de zerar a fila de negativados em serviços de proteção ao crédito anunciada pelo candidato à presidente Ciro Gomes (PDT) pode ser irreal, mas o debate é considerado positivo pelos especialistas em crédito ouvidos pelo Valor. Isso porque grande parte dessas pessoas nem mesmo conseguiria pagar uma nova dívida mais barata, em meio a um cenário de desemprego ainda elevado e de retomada lenta da renda e atividade. Mas facilitar a renegociação de obrigações financeiras poderia ajudar a impulsionar o crescimento e a resgatar um passivo social.

O professor de Finanças do Insper, Ricardo Rocha, considera a proposta "boa e viável", mas ressalva que, "do jeito que está ainda é mais uma promessa de campanha". Para o pesquisador, falta ainda o candidato explicar como vai funcionar de fato um programa do gênero. "Acho que uma coisa é criar um ambiente de estímulo à renegociação, o que é interessante, mas simplesmente obrigar os bancos públicos a fazer isso faria a gente voltar para um problema que já vimos antes, de uso inadequado dos balanços do bancos públicos". 
Rocha vê lacunas na proposta. "Como fazer com que o sistema financeiro se torne parceiro da ideia?" O professor do Insper cita, além da redução dos compulsórios, outras condições que poderiam incentivar os bancos privados a adotar o programa, como redução de carga tributária em determinadas carteiras e créditos tributários. "Estão faltando números.

Na opinião do acadêmico, a proposta não define quem teria prioridade nas negociações, por exemplo. "As instituições financeiras poderiam levantar quais devedores necessitam mais e priorizar esses casos para evitar beneficiar quem deixou de pagar porque não tem ética."

Guilherme Afonso, diretor de operações da Itapeva, empresa especializada em recuperação de crédito, endossa as opiniões. "É positivo, se a ideia for oferecer linhas baratas para que as pessoas possam trocar dívidas caras por outras de menor custo".
Fonte: Valor Econômico