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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Dona Fideralina Augusto: Por:Dimas Macedo


Primeira filha de Isabel Rita de São José e do major João Carlos Augusto, antigo deputado à Assembléia Provincial cearense, nasceu Fideralina Augusto Lima em Lavras da Mangabeira (CE), aos 24 de agosto de 1832. Apesar de jamais ter vivido fora do seu município, sua fama de mulher destemida e audaz correu mundos, sendo considerada uma das maiores simbologias do mandonismo e uma das grandes expressões políticas do Ceará e do Nordeste.

Conhecida como figura de destaque do coronelismo, cujo espírito encarnou com a sua armadura de guerreira, Fideralina sempre levou às últimas consequências as vinditas com os seus adversários, ganhando ou perdendo as demandas com as quais se envolveu. Falecida aos 16 de janeiro de 1919, foi casada com o major Ildefonso Correia Lima, e entre os fatos marcantes da sua trajetória podem ser enumerados: a detenção do poder político supremo, em Lavras da Mangabeira, e a derrubada do seu próprio filho, Honório Correia Lima, da chefia da Intendência local.

Senhora de vastos domínios territoriais e de grande vocação para o exercício da política, em Lavras estabeleceu residência em casarão localizado na então Rua Grande, hoje Major Ildefonso, e sua vivenda de campo foi construída no sítio Tatu do mesmo município, ostentando, além da casa-grande, a senzala, a capela e o engenho, símbolos máximos da autonomia do sistema latifundiário. Vastíssima tem sido a crônica histórica a seu respeito, valendo destacar algumas opiniões de abalizados conhecedores da nossa história política, selecionadas entre a complexa bibliografia que registra a sua trajetória. Em torno de sua pessoa disse Antônio Barroso Pontes: “Dona Fideralina, que na sua época dominou toda a região sul do Ceará”. E Joaryvar Macedo: “Mulher forte, Dona Fideralina tornou-se uma das maiores expressões da política cearense do seu tempo”. 

Assim opinaram Antônio Martins Filho e Raimundo Girão: “Valente espírito feminino a quem muito interessava a política cearense”. Já para Hugo Victor Guimarães foi Dona Fideralina uma “mulher extraordinária como expressão de bravura e coragem” e “uma das mulheres que tiveram maior projeção na vida política do Ceará”.
Para o pesquisador João Alves de Albuquerque, foi Dona Fideralina a “respeitável senhora que durante longos anos dirigiu a política de Lavras, cuja chefia lhe fora arrebatada pela morte, pois, só assim, lhe seria abatido o grande prestígio que sempre desfrutou em sua terra”.

O poeta Gentil Augusto Lima, em conferência proferida na Associação de Imprensa da cidade de Campos (RJ), em 1955, assim se manifestou sobre ela: “Mais brava e de muito mais valor do que Bárbara de Alencar, e ainda do que Anita Garibaldi”. Já o historiador Valdery Uchoa afirmou ser Dona Fideralina uma “mulher notável pelo seu destemor e pela sua bravura”.

João Clímaco Bezerra, em artigo estampado na revista Manchete (em 1976), buscando um paralelo para Marica Lessa, que inspirou o romance – Dona Guidinha do Poço –, de Oliveira Paiva, assim expressou o seu ponto-de-vista: “uma dessas mulheres que dominaram os sertões no tempo do império e que passaram ao lendário cearense como Dona Fideralina das Lavras da Mangabeira”. O historiador fluminense João Medeiros, em passagem de um dos seus livros, registrou que Dona Fideralina era uma mulher que, pela coragem e atitudes matriarcais, merecia o respeito em toda uma vastidão rural. E argumentou, em seguida: “Daí ser acatada sua palavra nos pronunciamentos políticos da região, pois conseguia ter seus filhos na representação do governo municipal, Assembleia Estadual e Câmara Federal”.E mais, revelou João Medeiros que o Padre Cícero, certa feita, chegou a ponderar que “não se podia escrever a história do Cariri sem se deter  na pessoa dessa digna matrona”.

O testemunho mais lúcido sobre Dona Fideralina, no entanto, fica por conta de Rachel de Queiroz, que, em artigo estampado na revista O Cruzeiro, de 07 de agosto de 1976, depois de afirmar que essa destemida matriarca lavrense foi “a mais famosa dona do Nordeste, e a senhora de mais cartaz do seu tempo”, acrescenta que Dona Fideralina “foi uma espécie de rainha sem coroa, foi uma legenda”. Ainda segundo as palavras de Rachel, “Das margens do São Francisco aos seringais do Amazonas a palavra de Dona Fideralina era lei. Sendo de corpo uma fraca mulher como nós todas, tinha, entretanto, uma alma de varão, e como varão era não apenas reconhecida, mas temida”.

E prossegue a autora de O Quinze: “Como toda pessoa que cai no folclore, acontece que a figura de Dona Fideralina foi algumas vezes deformada, envenenada, pois a boca do povo sempre altera o que repete, para o bem e para o mal. E assim, porque Dona Fideralina não tinha medo de ninguém, porque sendo apenas uma mulher, sabia fazer-se respeitada como um coronel de bigodes; porque, num tempo em que o cangaço era a lei única e nem o exército podia direito com um bando de jagunços (exemplo: Canudos, Juazeiro, Princesa), Dona Fideralina também se cercava de cabras armados para a defesa dos seus e da sua casa”.

Na fase mais criativa da maturidade, ao publicar a sua obra-prima, Memorial de Maria Moura (São Paulo, Editora Siciliano, 1992), Rachel de Queiroz foi incisiva ao dizer que se tratava de um romance à clef, inspirado na vida de Dona Fideralina Augusto. E mais: chegou a publicar um folheto intitulado: Dona Fideralina das Lavras (Rio, UFRJ, 1990).

O Cego Aderaldo, num dos seus poemas em que historia a Revolução de 1914, que derrubou o Governo Franco Rabelo, no Ceará, dá-nos igualmente a dimensão dessa ilustre matrona sertaneja, quando diz: “Goesinho rolou no chão / temendo a bala ferina / mas quando ele conheceu / que ali havia ruína / correu com medo dos cabras / de Dona Fideralina”.
A sua participação na Revolução de 1914, conhecida por Sedição de Juazeiro, foi das mais decisivas para a vitória do Movimento. De uma só empreitada, segundo Floro Bartolomeu, ela teria colocado cinco mil cartuchos à disposição dos que lutavam contra o Governo de Franco Rabelo.

Otacílio Anselmo, que se refere a esse episódio, no seu livro Padre Cícero: Mito e Realidade (Rio, Editora Civilização Brasileira, 1968); e bem assim historiadores como João Brígido e Joaryvar Macedo atribuem um papel político de destaque a Dona Fideralina Augusto, diante da Sedição de Juazeiro e ao tempo da Primeira República.

Manteve Dona Fideralina relações de amizade com o Padre Cícero, e com os maiores coronéis do Cariri, colocando-se contra ou a favor dos que rezavam ou não rezavam pela sua cartilha, mandando e desmandando nas coisas da política sempre que achava que assim devia proceder. E o vulgo popular compreendeu, e a literatura de cordel assim registrou que ela, Dona Fideralina, diferente dos grandes coronéis do Cariri, queria mandar no mundo inteiro e não apenas na política da sua região. Na sua terra de berço, jamais admitiu que alguém tivesse mais poder do que ela, vivendo sempre às turras com o Monsenhor Meceno, político cearense da maior expressão e que foi vigário de Lavras durante o apogeu do seu mandonismo. Fidera vasculhou de tal forma a vida desse sacerdote, que terminou descobrindo, em Tauá, um deslize por ele cometido, dando ciência do feito a seus paroquianos, através de um panfleto bastante audacioso. 

Na primeira década do século precedente, tomou partido em várias refregas memoráveis verificadas no Sul do Ceará, e de todas essas refregas saiu-se Dona Fideralina muito bem, fazendo, em Lavras da Mangabeira, o casamento da sua filha Josefa com o Juiz de Direito da Comarca, ameaçando-o com uma severa imposição, e tal forma que o magistrado se mudou depois para o Amazonas, não regressando mais ao Ceará. 

Em 1902, como registra Joaryvar Macedo, em Império do Bacamarte (Fortaleza, Casa de José de Alencar, 1990), a velha matriarca de Lavras determinou a invasão de Princesa, no Estado da Paraíba, para vingar a morte do seu neto, Ildefonso Augusto, constituindo, na época, o Batalhão de Dona Fideralina, comandado por Zuza Febrôncio e que ali cumpriu fielmente a sua decisão. 

Em Lavras, investiu-se com todas as prerrogativas no poder local, fazendo o jogo dos interesses políticos com a posição da Intendência; e, não conseguindo demover o seu filho, Honório Correia Lima, do cargo de Intendente, em 26 de novembro de 1907, retirou o mesmo do poder pela força do velho bacamarte, cobrindo-se depois de luto e se enfurnando em sua fazenda, durante certo tempo.O fato , como bem salientou o historiador Joaryvar Macedo, trouxe consequências funestas, não somente para os membros da família Augusto, da qual Dona Fideralina era o pedestal máximo de referência, mas para todo o município de Lavras da Mangabeira. 

Seu pai, João Carlos Augusto, antigo Deputado Provincial, fez-se, em toda a região do Vale do Salgado, um dos maiores líderes políticos do seu tempo. Afilhado e tido como filho natural de um governador do Ceará (o Barão de Aracati), trazia do berço, o Major João Carlos, os requintes da aristocracia; e como bom guerreiro e líder político do seu povo, chefiou as tropas que libertaram a Vila de Lavras dos asseclas de Pinto Madeira.

Em 1832, ano em que Dona Fideralina nasceu, a Capital do Médio Salgado encontrava-se dominada por esse grande caudilho de Jardim, que espalhava terror e sobressalto em todas as ruas do lugar, às vezes, até em parceria com o Padre Verdeixa, o vigário lavrense de então.  Esse desmiolado Padre Verdeixa, conhecido pela alcunha de Canoa Doida, foi quem batizou Fideralina Augusto, aos 19 de setembro de 1832, na Igreja Matriz de São Vicente Ferrer, recebendo ela, na pia batismal, o nome que o seu pai achava muito próximo dos ideais federalistas e da forma de Estado nos quais acreditava, e pelos quais os seus familiares lavrenses haviam lutado bravamente.

O entorno familiar de Fideralina Augusto fez-se, todo ele, cercado de tragédias e acontecimentos que chamam de plano a atenção: seu tio-avô, pelo lado materno, José Joaquim Xavier Sobreira, vigário da freguesia de Lavras e político de grande atuação em todo o Ceará, foi envenenado; sua tia, pelo ramo paterno, Cosma Francisca de Oliveira Banhos, assim como seu pai, João Carlos Augusto, e o seu irmão, Ernesto Carlos Augusto, foram assassinados; e seu primeiro neto a formar-se em Medicina, Ildefonso Augusto de Lacerda Leite, foi trucidado de forma violenta na Vila de Princesa, em 1902. 

Mas Dona Fideralina, com os fulgores da sua fortaleza, sobreviveu a todas as tragédias, à ferrenha oposição da sua irmã, Dulcéria Augusto de Oliveira, e a todas as circunstâncias difíceis da sua trajetória. Teve que tomar decisões que lhe fizeram sangrar o coração, tal aquela de optar por um filho, o Coronel Gustavo, e ter que derrubar o outro do poder político pelo uso da força. Episódios verificados na cidade de Lavras entre 1907 e 1910 e, especialmente, entre 1911 e 1914, trouxeram-lhe vários dissabores, e dividiram definitivamente os descendentes da família Augusto, ao preço de assassinatos memoráveis, tal aquele perpetrado contra o seu próprio filho, o célebre Coronel Gustavo. 

Como nenhum mandatário do seu tempo, Dona Fideralina encarnou as instituições vigentes em sua época, juntando, ao seu patrimônio de latifundiária, várias possessões de terras do município, e garantindo a sobrevivência do feudo com o trabalho servil de base escrava, que jamais aboliu nas cercanias das suas fazendas e na casa-grande do sítio Tatu.

Ali, ignorou a abolição da escravatura e durante a primeira década do século precedente continuou sendo carregada de liteira pelas ruas de Lavras, segundo os seus próprios descendentes, que com ela conviveram de perto e testemunharam a sua maneira ousada de viver. No sítio Tatu – como reza uma quadra popular –, não apenas criou negros para o sei deleite, mas os transformou em expressões de relevo da vida social do município, exportando-os também para outras regiões do Ceará, tais os casos de José Ferreira da Silva (o Zé Rainha), personagem de destaque do carnaval de Fortaleza; e de Luís Preto, que foi imortalizado por Batista de Lima num dos seus poemas de maior expressão.

Vivendo num momento marcado pela presença do banditismo das hordas facínoras de cangaceiros, não deixou de arguir em torno de sua defesa pessoal, na preservação dos interesses legitimados pelo seu código de honra, homens ágeis no manejo do trabuco como um Antônio Preto ou um Nego Bento, ou ainda cangaceiros destemidos do porte de um Miguel Garra. Desfrutou Dona Fideralina as concessões sociais da sua época; mas é certo também que dispensou as regalias que lhe eram conferidas pelo sistema latifundiário, fazendo o percurso do sítio Tatu até a sede municipal nas costas de possantes cavalos, sempre com um bacamarte na lua da sela, cena varonil que deixou marcantes impressões no Dr. Augusto Dias Martins, que exerceu as funções de Juiz de Direito da Comarca de Lavras, no final do século dezenove.

Viúva ainda muito jovem, assim permaneceu até a data do seu desenlace, sublimando a sua solidão e, possivelmente, a sua libido, com a energia que movimenta o mundo da política, mas surpreendendo, também, pelo gosto que demonstrou pelas coisas da cultura, tendo sido, em Lavras da Mangabeira, correspondente da revista Estrela, fundada e dirigida em Fortaleza (e depois em Baturité e Aracati) pela escritora Francisca Clotilde. 

O seu esposo, Ildefonso Correia Lima (16.3.1928 a 27.12.1876), natural de Várzea Alegre, exerceu, na Vila de São Vicente das Lavras, preponderante atuação política, tendo ali ocupado os cargos de membro da Guarda Nacional, juiz municipal, delegado de polícia, vereador e presidente do Poder Legislativo, o que correspondia na época ao cargo de Prefeito. Além do seu marido, todos os seus filhos, genros e cunhados protagonizaram de tal modo o poder político em sua terra, que se torna difícil, na história de Lavras, encontrar um cargo de chefia do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário (estadual ou municipal) que não tenha sido por um deles monopolizado, isto desde quando ela resolveu encarnar a política como vocação, somente deixando de reinar após a sua morte, em 1919.

Conhecida igualmente por Fidera, ou Didinha, como ainda hoje lhe fazem referências alguns membros da família, o certo é que Dona Fideralina Augusto tem presença assegurada na história das transformações políticas por que passou o Ceará nas primeiras décadas da República Velha.

Figura lendária e até certo ponto mitológica, em seu município e na região Sul do Ceará, a sua condição de matriarca de uma prole que por diversas razões se tem destacado no Ceará e além-fronteiras, imprime-lhe respeito ao nome e aos valores da sua tradição.

Em Dona Fideralina, a vocação maior foi sempre a política, que recebeu como herança dos ancestrais e que tão bem soube transmitir como legado aos seus descendentes. Três dos seus filhos tomaram assento como deputados na Assembléia Legislativa estadual, tendo dois deles exercido o cargo de Vice-Presidente do Estado. 

Dois dos seus bisnetos chegaram ao Senado Federal e nele tomaram assento, e doze outros descendentes seus exerceram mandatos de Deputado. Diversos membros da sua estirpe memorável têm exercido postos de destaque na vida política, administrativa e econômica do Estado, bem como em outros setores da vida social do Ceará. 

É vasta a bibliografia a seu respeito. Entre livros e opúsculos, no entanto, sugiro a remissão às seguintes fontes: Dona Fideralina das Lavras (Rio, 1990), de Heloisa Buarque de Holanda e Rachel de Queiroz; Uma Matriarca do Sertão – Fideralina Augusto Lima (Fortaleza, 2008), de Melquíades Pinto Paiva; e A Vocação Política de Fideralina Augusto Lima(Fortaleza, 1991), de Rejane Augusto.   

O Blog teve acesso com exclusividade a Casa da Rua de Fideralina Augusto Lima:



































quinta-feira, 16 de maio de 2013

Cariri Cangaço traz de volta a Lavras, seu maior Poeta, Historiador e Escritor vivo: DIMAS MACEDO


O Município de Lavras da Mangabeira, sem duvida nenhuma é "celeiro" de grandes personalidades da arte e cultura do nosso Ceará.
A Avant Premier do Cariri Cangaço 2013 que acontecerá em Lavras da Mangabeira neste final de semana, trará uma dessas personalidades de volta a sua terra.
Ele é poeta, jurista, historiador e crítico literário, além de professor da Universidade Federal do Ceará.
Estamos falando do filho, do também Poeta Zito Lôbo: Dimas Macedo.

Dimas volta a Lavras para proferir conferência no Cariri Cangaço intitulada: "Entre canetas e Bacamartes". Proveniente de uma linhagem de poetas e escritores, como LOBO MANSO e JOARYVAR MACEDO, sem esquecer-se de seu pai ZITO LOBO, Dimas  hoje é a maior expressão viva da Arte, Cultura e Literatura de Lavras da Mangabeira.

Conversar com Dimas é mergulhar na história de sua terra natal, banhada pelas águas do salgado que ele tão bem declamou na famosa “Poesia do Salgado”.


Era menino 
e o Salgado era como um irmão mais velho: 
eu ouvia sua voz nas águas 
e a correnteza sussurrava-me 
palavras tão amáveis. 
As águas eram 
um veio inesgotável de poesia 
e as enchentes do rio 
levavam sempre uma saudade 
que eu sentia - quando elas iam embora.


As dependências da Câmara Municipal de Lavras serão pequenas para a grande quantidade de pessoas que ali se postarão a ouvir, como eu, o nosso Poeta Maior,                   DIMAS MACÊDO.

A Conferência tem horário marcado para iniciar as 16h20min.

A programação do evento é a seguinte:

Programação



Dia 18 de Maio - Sábado
15:00 h - Chegada da Cavalgada Lêla Ferrer sob o Comando do deputado Heitor Ferrer

15:20h - Abertura Oficial - Câmara Municipal
Gustavo Augusto Lima Bisneto
Manoel Severo
Heitor Ferrer
Ângelo Osmiro
Juarez Leitão
Paulo Gastão
15:40h - Apresentação de Video Documentário
"Fideralina Augusto Lima"
Produção Tv Assembléia

16:20h - Conferência
Entre Canetas e Bacamartes
Dimas Macedo
17:30h - Apresentações Artística
Grupo Regional Xaxado
Cordelista José Teles da Silva

19:00h - Galpão das Artes
Reunião Extraordinária do Conselho Cariri Cangaço

Dia 19 de Maio - Domingo
8:30 h - Recepção pelo prefeito Gustavo Augusto Bisneto 
no Pátio da Prefeitura

9:00 h - Visita Técnica à Casa de Dona Fideralina 
Centro de Lavras da Mangabeira
9:30 h - Visita Técnica ao Sítio Tatu - Casa Grande do Clã Augusto
Dona Fideralina


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Zumbindo por aí........


Você sabia que, ninguém sabe informar ao certo como andam as questões em relação as obras em Lavras iniciadas e paralisadas ainda na gestão da Prefeita DENA Oliveira e que na gestão atual continuam paradas, aliás uma delas, prejudicando até o tráfego que é caso da Adutora do Iborepi ?...Será que tem que perguntar lá no Posto Ipiranga?....


          Você sabia que tem vereador por aí se enchendo de privilégios do governo municipal ?....e pois não é que é Lavras ?.....só não me venham falar que é de oposição não, pelo Amor de Deus....

         Você sabia que a Guarda Municipal será re-criada em Lavras? O projeto é Ótimo....
Só um detalhe....O Executivo Municipal Lavrense excluiu as mulheres....mas a Vereadora Jadna Gomes já pensa em apresentar emenda fazendo essa correção....ainda bem que temos uma vereadora na Câmara Municipal se não o projeto passaria batido....sei não viu...


          Você sabia que teremos em Lavras neste final de semana (18 e 19/Maio) o Avant Premier do Cariri Cangaço 2013 ?....A frente do evento, a Secretaria Municipal de Cultura de Lavras....expectativa de casa cheia na Câmara Municipal local....

          

Você sabia que, os políticos de Lavras parecem esquecer que temos eleições a cada dois anos?...
jajá eles estarão aí batendo a sua porta em busca de apoio e votos....eita...tem neguinho contando as horas para dar um NÃO....aí verão que desprezar os seus acaba nisso, ou seja, em nada....melhor, sem voto....

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Vem aí o BOLSA PERMANÊNCIA: Governo dará auxílio financeiro para estudantes de baixa renda

Foi lançado na tarde desta quinta-feira, 9, no Ministério da Educação, o Programa Nacional de Bolsa-Permanência, ação de auxílio financeiro para estudantes de baixa renda das instituições federais de ensino superior. 

O cadastramento de instituições e universidades no programa poderá ser feito a partir da segunda-feira, 13.

A bolsa-permanência será concedida aos estudantes que atendam os critérios para a política de cotas, estejam matriculados em cursos com carga horária maior que cinco horas diárias e que tenham renda per capta familiar mensal de até 1,5 salários mínimos. 

O valor da bolsa é de R$ 400,00; será paga por meio do Banco do Brasil.

Cabe às secretarias de Educação Superior (Sesu) e de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação coordenar o desenvolvimento, a atualização e a manutenção de sistema informatizado específico para a gestão do programa. 

Também é responsabilidade das duas secretarias indicar ao FNDE as metas anuais para o pagamento de bolsas do programa e a respectiva previsão de desembolso, bem como fazer a estimativa da distribuição mensal de tais metas e dos recursos financeiros destinados ao pagamento das bolsas.

Sem perceber: Adutora da CAGECE volta a quebrar em Lavras mas operadores trabalham rápido e fazem o reparo

A Adutora da CAGECE que abastece a cidade de Lavras da Mangabeira voltou a sofrer nova intervenção.

Foi registrado na manhã desta segunda (13/05) mais um vazamento na adutora no trecho considerado critico.
Equipes dos Núcleos de Quitaius e Lavras, com o auxilio de uma Retro-Escavadeira contratada pela CAGECE em Caririaçú, agiram rápido e conseguiram encontrar a adutora a quase três metros de profundidade e fizeram o reparo.

O vazamento ocorrido nesta segunda foi no acostamento da Rodovia Pe. Cícero, localidade de Água Fria - Quitaiús, próximo a entrada da estrada velha (carroçável).
Os trabalhos de reparo terminaram as 14 hs, sendo de imediato religado o sistema.



sábado, 11 de maio de 2013

Polícia Civil do Ceará prende suplente de vereador por falsificar seguro DPVAT na Paraíba

Uma operação realizada na tarde da última sexta-feira (09), através de um mandado de busca e apreensão expedida pelo juiz da comarca de Ipaumirim José Flávio Bezerra de Moraes, resultou na prisão de um suplente de vereador do município, apreensão de documentos e computadores.Na casa do acusado Francimário da Silva Santos, 29 anos, residente na Vila São José naquela cidade, os policiais civis apreenderam documentos suspeitos e computadores que serão periciados. No escritório de Francimário, em Lavras da Mangabeira, foi apreendida uma arma de brinquedo, computadores e farta documentação sem procedência.

De acordo com o delegado de Ipaumirim Manuel Inácio, Mário como é popularmente conhecido, falsificava certidões de documentos para conseguir o beneficio do seguro DPVAT e chegou até mesmo a usar documentos de pessoas que tinham morrido de câncer para conseguir o beneficio.

Ele foi indiciado por fraude do seguro DPVAT; uso de documento falso e estelionato. Francimário foi localizado pela equipe do delegado Manuel bebendo cerveja em um bar no município de Cachoeira dos Índios (PB).


                                                                       Fonte: Miséria