sexta-feira, 27 de maio de 2016

Saúde de Lavras faz em um mês mais de 800 Agendamentos para ICÓ - BARBALHA e JUAZEIRO

A Secretaria de Saúde de Lavras da Mangabeira tem se desdobrado ao máximo para atender a população lavrense.

A sala de marcação desses procedimentos fica constantemente cheia.
Somente em um mês foram agendados 898 exames complexos, consultas e procedimentos.


LAVRAS DA MANGABEIRA: Governo Municipal inicia mais quatro obras para abastecimento na Zona Rural

A Prefeitura de Lavras da Mangabeira deu início as obras de perfurações de Poços Profundos para mais 04 abastecimentos de água na zona rural deste município.

Desta vez os beneficiados com as obras  serão as comunidades dos Sítios Exú (Amaniutuba), Aroeiras (Mangabeira), Angico (Iborepi), Timbaúba dos Sales (Arrojado).

As obras estão orçadas em quase meio milhão de reais, beneficiando diretamente mais de 160 famílias.

Em breve as obras serão concluídas e com o abastecimento pronto , as famílias terão água potável jorrando em suas torneiras, facilitando assim a vida do homem do campo!

O prefeito Dr. Tavinho lutou incansavelmente junto ao DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) para liberação dessa verba e agora o sonho dessas comunidades começam a se tornar realidade.
Fonte: lavrasdamangabeira.ce.gov.br

quarta-feira, 25 de maio de 2016

AURORA: Festival de Música Talento Mirim - Lota ABA e é Coroado com Sucesso

No ultimo sábado (21/05) foi realizado em Aurora o Primeiro Festival de Música Talento Mirim.

O evento foi realizado na ABA  - Associação Beneficente Aurorense. Com um público superior a mil pessoas o festival contou com a participação de várias crianças e adolescentes do município de Aurora.

A noite foi de muita alegria e emoção.

A adolescente Maria Vanuzzya de 15 anos de idade foi a grande vencedora do Festival. A jovem interpretou a música JEITO DE MATO de Paula Fernandes e Almir Sater. Em segundo lugar ficou Ariel de 7 anos que cantou a música de Frosen LIVRE ESTOU, Alex Luna ficou na terceira colocação .

Vanuzya ganhou um troféu mais um lindo violão e uma apresentação no programa a tarde é nossa da TV Verde Vale, já Ariel levou um troféu mais 70 reais assim também como o terceiro colocado. Houve premiação até a oitava colocação.

A comissão julgadora analisou timbre de voz, afinação, presença de palco , desenvoltura e simpatia . 
A presença do público foi maciça, prestigiando e incentivando os participantes do começo até o fim.

Mardônio Barros, Radialista e Conselheiro Tutelar, idealizador do Projeto, disse que a intenção é continuar realizando esse evento todos anos no sentido de proporcionar diversão a juventude e revelar novos talentos da música.

Teori homologa delação de Sérgio Machado, que gravou Jucá e Renan

Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro,
durante cerimônia de viagem inaugural de navio
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki homologou a delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que faz citações sobre o possível envolvimento da cúpula do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras.
Agora, a Procuradoria-Geral da República pode usar a colaboração para pedir a abertura de novos inquéritos da Lava Jato e para incluir detalhes em investigações que já estão em andamento no Supremo, além de poder pedir que trechos de eventuais menções de pessoas sem foro privilegiado sejam analisados pelo juiz Sérgio Moro, no Paraná.

A delação de Machado veio a público após a Folha revelar nesta segunda (23) que ele gravou conversas com peemedebistas para negociar a colaboração. Os áudios divulgados pela reportagem provocaram a primeira crise do governo Temer, levando a saída do senador Romero Jucá (PMDB-RR) do Ministério do Planejamento. Jucá apareceu defendendo um pacto para deter a Lava Jato.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), padrinho de Machado,também foi gravado.
Machado vinha conversando há alguns meses com os investigadores para tentar costurar a delação, revelando detalhes do esquema de corrupção em troca de benefícios, mas, inicialmente, chegou a enfrentar resistências pelo material oferecido. Apontado como afilhado do presidente do Senado, Machado ocupou o comando da subsidiária por dez anos e só saiu após os desdobramentos das investigações do esquema.
Romero Jucá (PMDB-RR), senador licenciado e ministro do Planejamento,
em fala no Senado Federal

CORRUPÇÃO

Machado e Renan são alvos de apurações no Supremo por suspeita de envolvimento com o esquema de corrupção da Petrobras. O ex-presidente da Transpetro também faz parte de um pedido da Procuradoria para que seja incluído como investigado no principal inquérito da Lava Jato, que apura se uma organização criminosa atuou nos desvios da estatal.
Delatores como Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef, Fernando Baiano, Ricardo Pessoa apontaram Renan como destinatário de propina desviada da Transpetro. Há ainda citações sobre o envolvimento de Machado, que teria aceitado a delação com receio de ser preso.

Segundo investigadores, Machado era uma peça importante para avançar sobre um possível envolvimento da cúpula do PMDB no Senado com os desvios na Petrobras.
Em dezembro, Machado chegou a ser alvo de busca e apreensão da Polícia Federal e do Ministério Público Federal em um dos desdobramentos das investigações.

Folha mostrou em novembro, que em depoimento à Polícia Federal, Machado disse ainda que sua indicação para o cargo foi patrocinada pelo PMDB nacional. "Tal indicação foi resultado de uma avaliação do próprio partido, por seus líderes, membros e dirigentes, não se podendo atribuí-la a uma pessoa ou outra".
Ele chegou a admitir que teve encontros com Fernando Soares, o Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras. Fernando Baiano e Paulo Roberto Costa, dois delatores, afirmaram em seus acordos de colaboração premiada que Renan era beneficiário dos desvios da subsidiária. Costa, ex-diretor de Abastecimento, disse ainda que Machado lhe entregou ainda R$ 500 mil em espécie.

Investigadores encontraram anotações de Costa com FB e Navios, que segundo a PF são referências a Fernando Baiano e Transpetro.

Questionado pela PF sobre reuniões com Fernando Baiano, Sérgio Machado reconheceu que conhece o lobista e que estiveram juntos na Transpetro "em algumas oportunidades, com o propósito de tratar de empresas que ele [Baiano] representava."

OUTRO LADO

O presidente do Senado, Renan Calheiros tem negado que tenha relação com o esquema de corrupção na estatal e sempre disse que suas relações com dirigentes de empresas públicas "nunca ultrapassaram os limites institucionais".
Procurado, Machado não foi localizado.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 24 de maio de 2016

Governo teme novas revelações sobre Sérgio Machado e cúpula do PMDB

Michel Temer (PMDB)
A divulgação da gravação do diálogo do ex-ministro do Planejamento Romero Jucá com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado sobre a tentativa de barrar a Operação Lava-Jato criou a primeira grande crise interna do governo interino de Michel Temer. Junto com o áudio, veio a preocupação de que outras pessoas da cúpula do PMDB, próximas ou não ao Planalto, possam ser atingidas em partes da conversa gravada que ainda não foram reveladas.
De acordo com interlocutores diretos de Temer, o presidente em exercício não teme ser citado, mas afirmam que há preocupação com relação a outros nomes do partido. Caso haja novas suspeitas, a solução tende a ser a mesma: afastamento imediato.
Renan - Romero - Eunício (PMDB)
Com a saída de Jucá, Temer agora tem cinco ministros com investigações em curso no Supremo Tribunal Federal. Ele questionou todos, quando foram convidados, se teriam alguma pendência judicial. A resposta de Jucá teria sido tranquilizadora, assim como dos demais, segundo interlocutores. Temer, então, teria avisado a cada um e repetiria isso, na primeira reunião ministerial, de que não aceitaria qualquer tipo de desvio de "ordem moral", dizem. Reiterou ainda que, se houvesse problemas, o titular da pasta seria afastado.

Um dos casos que preocupam, por exemplo, é o de Henrique Eduardo Alves (Turismo). A casa do ministro foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal em dezembro do ano passado em uma das fases da Lava-Jato.

Apesar de lamentar a perda de uma peça fundamental do seu governo, considerado um operador político importante neste momento de articulação para a aprovação de medidas no Congresso, Temer e seus auxiliares respiraram aliviados com a decisão de Jucá de se afastar do cargo. O ministro comunicou sua decisão a Temer assim que ele chegou ao Congresso para se reunir com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

ELEIÇÕES 2016: Wilames Freire deixa o Conselho Nacional de Secretários pra ser Candidato a Prefeito em Aurora

Na última semana, em Brasília, Wilames Freire foi recebido pelo atual ministro da Saúde Ricardo Barros, logo após a audiência foi à sede do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), se despedir da diretoria financeira da entidade, onde atuou por mais de quatro anos como dirigente, para ser pré-candidato a prefeito do município de Aurora nas eleições deste ano.

Wilames Freire conta com grande prestigio, tanto no governo do Estado como em Brasília. 

No Conasems foi por duas gestões diretor e tem boa articulação no ministério da Saúde e em várias outros ministérios. Porém, agora, o foco será conversar com as lideranças de Aurora, com o intuito de reunir propostas de plano de governo que vai beneficiar os que mais precisam.
Estou visitando todo o município, conversando com muita gente para juntos apresentarmos saídas e novas oportunidades a nossa gente de Aurora” destaca Wilames Freitas.
Williames Freire (PDT) e Ricardo Barros (Ministro da Saúde)

Na sequência, Wilames afirmou como será a definição do nome do companheiro de chapa e como se dará a formação de um eventual futuro governo, “vários nomes estão sendo levantados. O principal é construirmos um bloco que contemple representantes de todos os seguimentos da nossa Aurora”, e completa, “o grande desafio é colocar Aurora no trilho do desenvolvimento, onde nossa juventude tenha oportunidade, aqui mesmo, no nosso município”.
 
A pré-candidatura de Wilames Freire pelo PDT tem o apoio do ex-prefeito Carlos Macêdo e dos ex-governadores Ciro e Cid Gomes. Busca reunir todo o bloco de sustentação do governador Camilo Santana, para unificar em uma só candidatura e ganhar as eleições.

SÉRGIO MACHADO - O homem-bomba: Cearense é pivô do primeiro escândalo do governo Temer

Trajetória de Sergio Machado é marcada por forte presença no governo do Estado e em gestões petistas
Pivô de delação que tira hoje o sono da cúpula do PMDB, e que provocou a queda do ministro do Planejamento Romero Jucá, o cearense Sergio Machado é dono de trajetória singular na política local e nacional. Empresário de sucesso na juventude alçado a um dos homens mais poderosos do governo Tasso Jereissati (PSDB), Machado já nutriu ambições pelo governo do Estado e acabou se tornando um dos mais longevos executivos dos governos petistas.

Presidente da Transpetro de 2003 até fevereiro de 2015, o cearense é acusado de operar em nome de seu “padrinho” na estatal, Renan Calheiros (PMDB-AL). Em delação, o ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, disse ter recebido R$ 500 mil de propinas dele.

Em dezembro do ano passado, sua casa em Fortaleza, no bairro Dunas, foi alvo de busca e apreensão na Operação Lava Jato. Desde então, tem se defendido com postura discreta, distante dos holofotes. No início deste mês, foi alvo de novo pedido de inquérito.

Desde a semana retrasada, O POVO tenta diariamente entrar em contato com Machado. Nas redes sociais, o ex-presidente da Transpetro trocou o nome pelo qual fez carreira política por seus nomes menos conhecidos - “José Oliveira”.

“Samurai do Cambeba”

Filho do ex-ministro de João Goulart, Expedito Machado, Sergio ingressou na vida pública nos anos 1980 como um dos cabeças do movimento que, ao lado de Tasso Jereissati, ficou conhecido como “geração Cambeba”. Coordenador da campanha de Tasso e secretário de Governo do 1º mandato do hoje tucano, coordenou o chamado choque administrativo, que fez cortes radicais e polêmicos na máquina do Estado.

Pelo estilo agressivo, o farto bigode e os cortes que comandou, ganhou a alcunha de “samurai do Cambeba”. Se a campanha rendeu prestígio, o desgaste tornou inviável sua candidatura ao governo. Em 1990, chegou a colocar pré-campanha na rua. O Cambeba, no entanto, preferiu lançar o jovem Ciro Gomes ao cargo. Tasso e Sérgio romperam.

O cearense se aproximou do comando nacional do PSDB, se elegendo deputado e senador, e atuando como líder de FHC no Senado. Em 2001, ajudou a eleger Aécio Neves (PSDB) presidente da Câmara. Em 2002, causou surpresa ao voltar para o PMDB para disputar o governo do Ceará. Ficou em 3º lugar.

Apesar de ter apoiado José Serra (PSDB) para a Presidência em 2002, foi indicado por Renan Calheiros na Transpetro, onde permaneceu por mais de doze anos.