quinta-feira, 20 de abril de 2017

Lavras/CE: Escola na zona rural é alvo de roubo

A Escola de Ensino Infantil e Fundamental Antão Carneiro localizada no Sítio Taboleiro Alegre Zona Rural de Lavras da Mangabeira amanheceu nesta quarta-feira com enorme prejuízo. 

Na madrugada desta quarta(19/04), a escola foi alvo de roubo, tendo os meliantes, quebrado cadeados para poder chegar a cozinha daquele estabelecimento de ensino público municipal.

Levaram da escola: Um Freezer, Uma Geladeira, Um Botijão de Gás, Um Bebedouro, Um Gelágua, Um Liquidificador Industrial além de uma caixa de óleo, um fardo de leite em pó e poupa de frutas. 

Não levaram o fogão industrial porque devido ao seu tamanho o mesmo não passa na porta, dado que o mesmo foi montado dentro da cozinha. 

Acredita-se, tratar de no mínimo quatro pessoas que participaram da ação. Suspeita-se ainda que um pequeno caminhão furgão, ou seja, fechado, possa ter sido o veiculo utilizado pela quadrilha para levar os equipamentos roubados.

A policia foi acionada e esteve na escola na manhã de quarta fazendo os primeiros levantamentos. A diretora da Escola Antão Carneiro, Professora Lidiane disse ter sido informada do acontecido pela própria vigia no começo desta manhã.

A vigia foi procurada pela policia e disse não ter visto nada.
A Diretora comunicou o fato a Secretaria Municipal de Educação de Lavras da Mangabeira, sendo orientada a prestar queixa do roubo na delegacia de polícia civil local, o que foi feito.

A Escola, não teve aulas nesta quarta-feira e nem nesta quinta, tendo em vista não ter a escola, estrutura se quer para fazer a merenda para os alunos.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Odebrecht pagou propina para Eunício, Maia, Jucá e Vieira Lima por MP, diz delator

Carlos Fadigas
O ex-executivo da Odebrecht Carlos Fadigas afirmou no depoimento de delação premiada que a construtora pagou propina, em troca da aprovação de uma medida provisória, para os senadores Romero Jucá (PMDB-RR), Eunício Oliveira (PMDB-CE), e para os deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA). 
(Veja acima a partir dos 19 minutos e 45 segundos do vídeo).

A assessoria de Maia disse que, segundo o deputado e presidente da Câmara, "são falsas as citações dos delatores" (veja íntegra abaixo). O G1 tentou contato com a assessoria de Eunício, que é presidente do Senado, mas não conseguiu resposta até a última atualização desta reportagem. Também não conseguiu falar com a assessoria de Jucá. A assessoria do PMDB da Bahia, que trabalha para Vieira Lima, disse que está procurando o deputado para comentar as denúncias.

O depoimento de Borba faz parte dos mais de mil arquivos de vídeos com as delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht. Os depoimentos se tornaram públicos na semana passada, quando também saiu a lista do ministro Édson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), com pedidos de inquéritos para investigar os políticos citados.

A MP a que se refere Borba é de 2013 e tratou de incentivos tributários a produtores de etanol e à indústria química. "E aí agora, portanto, com a medida provisória dentro do Congresso Nacional para ser aprovada, depois da edição dela, houve uma mobilização pela aprovação dessa medida provisória. Ela atendia ao interesse de mais de uma empresa do grupo, motivo pelo qual o Marcelo Odebrecht [herdeiro da companhia], o Cláudio Melo se envolveram, além de vários outros executivos que se envolveram de formas diferentes", afirmou Fadigas.
Romero Jucá - Eunício Oliveira - Rodrigo Maia - Lúcio Vieira Lima

Ele disse que, após a aprovação do texto, foi procurado pelo colega Cláudio Melo para tratar sobre o pagamento aos políticos que, após contato da empresa, atuaram em favor da MP.

"Na sequência disso, o Cláudio procurou a mim e ao Marcelo e relatou necessidade de liberação de recurso de 6 milhões de reais para parlamentares que tinham atuado na aprovação dessa medida provisória", completou o delator.

Ele disse que não se lembra de todos os políticos que receberam os valores. Aos investigadores, citou que tinha certeza dos nomes de Jucá, Maia, Eunício e Vieira Lima. Fadigas afirmou ainda que sabia apenas do valor recebido por Maia. Segundo ele, foi de R$ 100 mil.

Veja a íntegra da resposta de Rodrigo Maia:
"Todas as doações que recebi foram solicitadas dentro da legislação, contabilizadas e declaradas à Justiça, em cumprimento à lei eleitoral. O processo vai comprovar que são falsas as citações dos delatores. Eu confio na Justiça, no Ministério Público e na Polícia Federal, e estou seguro que os fatos serão esclarecidos, e os inquéritos, arquivados."
Fonte: G1

LIMPO: Governador Cid Gomes não figura na Lista da Odebrecht..Que pagou a Governadores R$ 42 milhões em caixas dois

Pezão é o único governador citado nas delações da Odebrecht que já tem ação de cassação em curso
Seis governadores implicados nas delações da Odebrecht receberam, na campanha vitoriosa ao governo, R$ 42,1 milhões em caixa dois, segundo delatores da empreiteira.

No total, nas últimas duas campanhas, os 12 governadores citados teriam sido contemplados com R$ 50,7 milhões em contribuições ilegais. O Ex-Governador do Ceará Cid Gomes não figura na lista como o mesmo já teria adiantado no começo do ano.

Em alguns casos, o caixa dois chega à quase metade dos valores declarados oficialmente à Justiça Eleitoral. O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), lidera a lista dos maiores beneficiários, tendo supostamente recebido R$ 20,3 milhões da empreiteira, segundo o diretor de infraestrutura da Odebrecht Benedicto Júnior, o BJ. O valor corresponde a 45% de tudo que o então candidato declarou oficialmente na campanha.

Além dele, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), Marconi Perillo (PSDB-GO), Beto Richa (PSDB-PR), Raimundo Colombo (PSD-SC) e Marcelo Miranda (PMDB-TO) são acusados de supostamente terem recebido recursos não contabilizados em 2014.

Outros três governadores são suspeitos de terem recebido doações irregulares somente em 2010.Integram a lista Tião Viana (PT-AC), com doações de R$ 1,5 milhão; Robinson Faria (PSD-RN), então candidato a vice, com R$ 350 mil; e Flávio Dino (PCdoB-MA), com R$ 200 mil.

O atual governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), também teria solicitado R$ 1 milhão a candidatos apoiados por seu partido no Estado –pagos em caixa dois, segundo os delatores.

Os 12 governadores citados tiveram abertura de inquérito autorizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin. Devido ao foro, parte dos processos foi remetida ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).


MANDATOS EM XEQUE


Governadores eleitos de 2014 receberam R$ 42,1 milhões em caixa dois na última campanha, segundo delatores. Valores de 2014, em R$ milhões:


O caixa dois é a acusação mais frequente contra os atuais mandatários. Alguns são suspeitos de oferecerem contrapartidas em troca do apoio financeiro –o que, para a PGR (Procuradoria-Geral da República), pode configurar crime de corrupção.

Renan Filho (PMDB), governador de Alagoas e filho do senador Renan Calheiros (PMDB), teria recebido R$ 800 mil em doações legais da Odebrecht, mas, em troca, seu pai teria atuado para passar no Senado uma lei que beneficiaria a empresa. Já o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), é acusado de receber R$ 13,5 milhões quando era ministro do Desenvolvimento para defender os interesses da empreiteira.

DEMORA
Ainda não se sabe se os governadores serão denunciados ou responderão a processo. Todos negam as acusações.
A doação via caixa dois é apontada por especialistas como forma de concorrência desleal nas eleições. No entanto, dificilmente os governadores perderão o cargo em função das delações.

Uma ação de cassação de chapa por caixa dois não é mais permitida: a lei eleitoral só prevê essa possibilidade até 15 dias após a diplomação dos eleitos.
"A essa altura, é quase impossível [cassar os mandatos]. O tempo é inimigo dessa discussão", diz a advogada Carla Karpstein, presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB-PR.

No momento atual, um governador só sairia do cargo caso tivesse uma condenação criminal transitada em julgado –nesse caso, por acusações de lavagem de dinheiro, corrupção ou mesmo caixa dois (previsto na lei eleitoral). Isso geraria a suspensão de seus direitos políticos, e a consequente perda do mandato. "Essas ações demoram. Mesmo sendo da Lava Jato", comenta Karpstein.

O risco maior é que os mandatários se tornem inelegíveis –mas, muito provavelmente, somente depois das eleições de 2018, em função do tempo das ações. As delações, porém, caso sejam comprovadas, podem ter consequências políticas e ameaçar a reeleição ou candidatura dos mandatários no ano que vem.

Pezão é o único citado que já tem processo de cassação de mandato em curso. Em fevereiro, ele foi condenado Tribunal Regional Eleitoral do Rio por abuso de poder econômico.
Os juízes entenderam que sua campanha foi beneficiada pelo suposto esquema de corrupção de seu antecessor e padrinho político, Sérgio Cabral (PMDB), preso desde novembro. Ele tem direito a recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no cargo.

TOMA LÁ, DÁ CÁ
O delator Benedicto Júnior afirmou nunca ter negociado vantagem pessoal com Pezão. O pedido de doação teria sido feito por Cabral. Como contrapartida, a Odebrecht teria recebido o direito de tocar obras importantes no Estado, como a reforma do Maracanã, a construção da Linha 4 do Metrô, o Arco Metropolitano e o chamado PAC das Favelas.

A contrapartida era comum em outros casos, afirmam os delatores. "Ele tinha um perfil que nos interessava", disse o delator Fernando Reis, sobre o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD).

Colombo era favorável à privatização do saneamento no Estado –o que atendia a interesses da empreiteira, que diz ter doado R$ 4 milhões às suas campanhas em caixa dois.
Alguns pagamentos não tinham contrapartidas específicas. "Era a política da boa vizinhança", afirmou o delator Mário Amaro da Silveira, sobre o pagamento de R$ 1 milhão ao governador do Tocantins.

"Nós queríamos manter essa relação fluida", disse Benedicto Júnior, sobre o caixa dois a Alckmin.
No caso do governador Beto Richa (PSDB), do Paraná, a primeira contribuição à campanha, ainda em 2008, teria sido feita porque a empreiteira entendia que ele era "um expoente do PSDB".

O mesmo teria ocorrido no Espírito Santo, onde o governador Paulo Hartung (PMDB) supostamente pediu doações a outros candidatos do seu partido.
"Era uma relação muito correta. Ele não era uma pessoa patrimonialista, preocupada com aspectos financeiros. Ele cuidava da política, do partido dele", disse Benedicto Júnior, que afirmou nunca ter solicitado favores ao peemedebista.

OUTRO LADO
Os governadores nomeados na delação da Odebrecht negam ter solicitado favores indevidos à empreiteira e questionam a veracidade dos depoimentos.
A maioria afirma que as doações recebidas na campanha foram declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral e que não houve caixa dois. "A versão que está sendo noticiada é absurda, carregada de mentiras, ódio e revanchismo", afirmou o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD), sobre as acusações.

Em nota, ele destaca que não privatizou o saneamento no Estado e que isso pode ter motivado as denúncias. "É preciso separar o joio do trigo, a fim de evitar que sejam cometidas injustiças que se tornem irreparáveis", disse.

O governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), disse que as suspeitas são "delirantes e mentirosas", já que ele não concorreu nas eleições de 2010 e 2012, quando teria solicitado recursos em caixa dois à Odebrecht. "Acusações infundadas como essa só contribuem para confundir, tumultuar a investigação e manchar a trajetória das pessoas de forma irresponsável", afirmou, em nota.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) informou, via assessoria, que os delatores "não apontam nenhum ato ilícito do então candidato". "Seu relato deixa claro que ele não presenciou conversa, pedido ou sugestão para a prática de qualquer delito."

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse, em nota, que que nunca recebeu recursos ilícitos e jamais teve conta no exterior.

Em nota, o governador do Acre, Tião Viana (PT), disse confiar na Justiça. "Tomarei todas as medidas judiciais cabíveis contra os delatores da calúnia e os propagandistas da desonra", disse. 
Fonte: Folha Uol

Grave acidente com vítima fatal na BR-116 na entrada da cidade de Aurora-CE

O pedreiro Odacir Ferreira da Silva, de 46 anos, que residia no bairro Gangorra em Barro, pilotava sua motocicleta quando bateu num veículo Corolla de cor prata e morreu no local.


O grave acidente foi registrado dia (16) por volta das 17:00hs na BR-116, no triangulo que dá acesso a cidade de Aurora-CE.

A ocorrência foi atendida por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Posto de Milagres.

Fonte: Ipaumirim.com

sábado, 15 de abril de 2017

Dois homens são assassinados a tiros por quadrilha em Fortaleza

Dois homens foram assassinados a tiros neste sábado (15) no Bairro Montese, em Fortaleza. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), quatro homens em um veículo Toyota Hilux se aproximaram das vítimas e efetuaram os disparos. 

A dupla foi atingida e morreu no local. Os homens, de 20 e 26 anos, já tinham passagens pela polícia por roubo e posse de drogas, conforme informou a SSPDS.

Após o duplo homicídio, a Polícia Militar foi acionada ao local para tentar prender os suspeitos. No entanto, até esta publicação, ninguém havia sido capturado.


Equipes da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) estiveram no local para iniciar o trabalho investigativo acerca das mortes.

Políticos pediram doação mesmo durante negociação de delações, diz ex-executivo

O ex-executivo da Odebrecht Fernando Reis afirmou em depoimento que a empresa foi procurada por políticos interessados em doações via caixa dois nas eleições municipais de 2016 mesmo quando já era sabido que negociava acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal 

Pelo acordo, executivos e ex-executivos acertaram colaborar com as investigações da Lava Jato em troca de benefícios, como eventual redução da pena de prisão em caso de condenação.

As negociações da Odebrecht para a delação tiveram início no começo de 2016. Em junho, os executivos assinaram termo de confidencialidade e, em novembro, o acordo definitivo. “Em 2016, nós não praticamos nada [de doação irregular], já com a Lava Jato em curso, já com nossos executivos presos, já com a consciência de que a Odebrecht estava fazendo uma delação e a imprensa divulgando isso. Mesmo assim, nós fomos buscados por vários políticos para fazer contribuição de campanha para caixa dois”, disse Reis em sua delação premiada.

O delator fez o relato ao explicar aos investigadores que a importância da Odebrecht no financiamento de campanhas eleitorais no Brasil cresceu e se espalhou por partidos e candidaturas em várias partes dos país a partir de 2008, quando foi criada a Odebrecht Ambiental, braço do grupo que atua no setor de saneamento. “A Odebrecht Ambiental foi criada em 2008, e o crescimento da nossa participação nos quatro relatos que eu trago aqui, ele vai crescendo de acordo com a empresa”, afirmou.  “Pouquíssimas as doações que a gente fez em 2008. Em 2010, foram um pouquinho maiores. Em 2012, nas eleições municipais, a gente já estava presente em mais de 100 municípios, maiores ainda. Em 2014, um pouco menor porque eram eleições estaduais”, contou.

Ameaça
Reis relata ainda que parte das doações feitas pela Odebrecht a prefeitos tinha o objetivo de evitar ameaças de cancelamento dos contratos de concessão na área de saneamento.
“Tem sempre essa ameaça do ‘vou cancelar seu contrato'. No Brasil, apesar de que isso vem decrescendo, no Brasil ainda tem umas histórias.... tem mais história de ameaça do que de cancelamento efetivo. Mas a ameaça por si só afeta o financiador. Ela afeta uma série de coisas, afeta a empresa, afeta as garantias que você tem dado. É um transtorno a simples ameaça”, afirmou o delator.
“Então, nós adotamos como conceito dentro da Odebrecht Ambiental sugerir ao pessoal da construtora, e aos coordenadores disso, que a gente doasse pelo propósito institucional de manutenção da regularidade contratual”, completou Reis.
Fonte: G1


domingo, 9 de abril de 2017

Governo do Ceará entrega trecho da CE-166 que liga Senador Pompeu a Piquet Carneiro

Foi com direito a muita chuva que o governador Camilo Santana entregou, na manhã deste sábado (8), a obra de pavimentação da Rodovia CE-166, que liga os municípios de Senador Pompeu e Piquet Carneiro, no Sertão Central cearense. São mais de 28km de extensão, investimento de R$ 30,6 milhões, oriundos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Tesouro Estadual. A obra faz parte do “Ceará de Ponta a Ponta: O Programa de Logística e Estradas do Ceará”.
Camilo Santana, que comandou a carreata por todo o percurso da nova estrada, falou das melhorias que a obra vai trazer para a economia da região. “Essa estrada tem uma importância muito grande. Aqui tem uma área de terras férteis, boa para a agricultura. Além de segurança no trânsito, vai trazer desenvolvimento para a região. Ela passa a se valorizar mais, traz mais oportunidade de negócios, emprego, renda. É uma estrada bonita, com investimento de quase R$ 31 milhões, fiz questão de dirigir por ela. Quero dizer que o for preciso para gerar emprego, incentivos fiscais, a empresa que quiser vir se instalar por aqui, terá todo o nosso apoio”, disse.
O trecho vai do entroncamento da BR-226/CE-363 (Senador Pompeu) ao entroncamento da CE-275 (Piquet Carneiro). A obras contaram com serviços de terraplenagem, pavimentação, revestimento asfáltico, drenagem, obras d’arte correntes e especiais, sinalização (horizontal e vertical) e proteção ambiental. A empresa responsável foi a Lomacon – Locação e Construção LTDA.
O prefeito de Senador Pompeu, Maurício Pinheiro, destacou que a obra era um desejo conjunto de vários gestores do Estado. “Queria agradecer a Deus por esta chuva e ao governador por trazer esperança a esse povo de Senador Pompeu. A comunidade do distrito Engenheiro José Lopes sonhava há anos em ver essa estrada asfaltada. A força da política proporciona isso, cuidar das pessoas. Esta estrada está sendo inaugurada e, independente de ideologia ou partido, a maioria dos deputados estavam de acordo em comum para que ela se tornasse realidade. Ser gestor é como gerir uma empresa. No caso de Senador Pompeu, o lucro é o bem estar da população”.
Raimundo Nonato de Souza, comerciante, é morador de Senador Pompeu e diz que a obra vai trazer benefícios para todos. “Antes era uma dificuldade muito grande se locomover por aqui, todo mundo reclamava, a estrada era toda de terra. Mas agora a pista está excelente. Vai ser bom para o comércio, para quem está de passagem, além da questão da segurança. O acesso para Fortaleza agora está bem mais fácil. Com certeza todos da redondeza estão muito satisfeitos”.
Bismarck Barros, prefeito de Piquet Carneiro, exaltou o empenho do Governo do Ceará em garantir uma gestão eficiente. “Em 98 dias de mandato, tenho a satisfação de receber o governador em nossa cidade. Os números comprovam que o Ceará é o estado mais equilibrado fiscalmente nesse período de dificuldades. Isso é reflexo da melhor gestão. É o estado do Brasil que mais investiu. Quero agradecer, com muita alegria, por estarmos conseguindo realizar um sonho de décadas. É um momento muito importante, em que está sendo entregue uma das maiores obras já feitas aqui”.