domingo, 20 de março de 2016

TUDO PRONTO: Lavras da Mangabeira se Prepara para aprovação do seu PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO


FARIAS BRITO: Mulher é morta a tiros enquanto amamentava filho

Uma mulher de 26 anos foi assassinada quando estava em casa na noite desta sexta-feira (18), em Farias Brito, na região do Cariri. Francisca Honorato Rodrigues Filha estava amamentando o filho de pouco mais de um ano quando homens, ainda não identificados, entraram na residência e efetuaram disparos, conforme investiga a polícia.

A mulher estava deitada em uma rede em casa, no Bairro Centro, e foi atingida por três disparos. O marido e os três filhos também estavam no local.

Um inquérito foi aberto para investigar o caso. O delegado Giuliano Sena, da delegacia regional do Crato, informou que uma equipe vai fazer levantamentos na próxima segunda-feira (21), mas informações preliminares apontaram que a mulher tinha envolvimento com o tráfico de drogas.

"A família dela quase toda é envolvida com tráfico de drogas e furtos. Ela já foi presa por tráfico. Então já se tem uma linha de investigação", afirmou. A mãe da vítima, Francisca Honorato Rodrigues, conta que há menos de dez anos perdeu outro filho também por homicídio e pede que seja feita justiça.

‘Golpe em curso’ – Advogados cearenses divulgam nota pela democracia

Advogados do Ceará divulgaram nas redes sociais uma nota contra ao que classificam de “uma afronta às instituições democráticas do país”. Segundo a nota, há uma “tentativa de aliança institucional com o golpe à democracia que está em curso o Brasil”. O grupo se reúne virtualmente no endereço eletrônico http://migre.me/th07y. Confira a nota:


Caetano Veloso compara manifestação pró-impeachment com marcha de 1964

Caetano Veloso e Gilberto Gil foram convidados a participar de uma gravação do programa Altas Horas (TV Globo) nesta quinta-feira, 17. Na ocasião, os cantores e amigos foram questionados sobre as manifestações pró-impeachment realizadas no Brasil e Caetano não titubeou.
Ele comparou a manifestação de maior adesão, realizada no último domingo, 13, com a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, realizada antes da Ditadura Militar no Brasil, instaurada em 1964. As informações são da Folha de S.Paulo.

"A manifestação de domingo, para mim, não foi suficientemente diferente da passeata da Família com Deus, que apoiou o golpe de 64", respondeu Caetano, que respirou junto a Gilberto Gil o "ar pesado" do regime militar.

Conhecido por sua posição política contestadora, o filho de Dona Canô ainda ressaltou que não reconheu na manifestação o mesmo movimento do qual participou, no qual perdurava a esperança pela volta da democracia.

"Agora, os acontecimentos estão se atropelando. Precisamos ter calma para olhar os acontecimentos. Não temos uma ditadura, mas o Brasil é um país desumanamente desigual e toda movimentação no sentido dessa tentativa de diminuir a desigualdade enfrenta a oposição da elite. Eu desconfio", complementou.
Fonte: Redação O POVO Online

sábado, 12 de março de 2016

ISTO É - Os outros citados: Em depoimento à Lava Jato, Delcídio mirou sua metralhadora para todos os lados

Em sua delação premiada, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), apesar das reiteradas promessas de poupar os colegas do Senado, menciona boa parte da bancada do PMDB e também da oposição. No PMDB, o alvo foi a bancada sob a influência do presidente do Senado, Renan Calheiros, integrada por Romero Jucá (RR), Edison Lobão (MA), Jader Barbalho (PA), Eunício Oliveira (CE) e Valdir Raupp (RR). Segundo Delcídio, Renan, Jucá e Eunício “jogaram pesado com o governo para emplacarem os principais dirigentes” da ANS e ANVISA.

“Com a decadência dos empreiteiros, as empresas de plano de saúde e laboratórios tornaram-se os principais alvos de propina para os políticos e executivos do governo”, contou o senador. Em outro trecho da delação, Delcídio diz que o “time” comandado por Renan, (Lobão, Barbalho, Jucá e Raupp) exerce um arco de influência amplo no governo, como no Ministério de Minas e Energia, Eletrosul, Eletronorte, diretorias de Abastecimento e Internacional da Petrobras além das usinas de Jirau e Belo Monte. 
Segundo o delator, os senadores apadrinharam a manutenção de Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró na Petrobras. Delcídio ainda disse ser testemunha do elo entre Renan e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. “Seguidas vezes o vi (Machado), semanalmente, despachando com Renan na residência oficial da Presidência do Senado.” No depoimento aos integrantes da Lava Jato, Delcídio também citou o vice-presidente Michel Temer. Segundo o senador, o ex-diretor João Augusto Henriques, preso por ordem judicial da 13ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Curitiba, operou um dos maiores escândalos envolvendo a BR Distribuidora entre 1997 e 2001, durante o governo FHC.Na delação, o petista sublinha que Temer era o padrinho de João Henriques. Neste capítulo, Delcídio acrescentou que a relação entre o peemedebista e Henriques é antiga e que Temer pressionou para que a presidente Dilma o nomeasse para ocupar lugar de Nestor Cerveró na Diretoria Internacional da Petrobrás. Mas Dilma vetou. O presidente do PSDB, Aécio Neves, foi outro senador mencionado. Delcídio afirmou que em uma conversa com Lula durante uma viagem a Campinas, o então presidente perguntou-lhe quem era Dimas Toledo. 
“Um profissional do setor elétrico. Por que o senhor pergunta isso?”, devolveu Delcídio. Ao que Lula teria explicado: “É porque o Janene veio me pedir pela permanência dele, depois o Aécio e até o PT, que era contra, já virou a favor da permanência dele. Deve estar roubando muito”. Delcídio ainda contou que, quando presidia a CPI dos Correios, aceitou estender um prazo para que o Banco Rural fornecesse a quebra de seu sigilo bancário. Segundo ele, a solicitação de dilação de prazo foi necessária para que o Rural ganhasse tempo para maquiar seus demonstrativos contábeis, evitando que o mensalão atingisse o governo de Minas Gerais. 
Depois deste trecho, o nome de Aécio aparece entre parênteses ao lado de Clésio Andrade, gerando dúvidas se, neste caso, os dois políticos mineiros foram mesmo citados por Delcídio ou se a interpretação partiu dos integrantes da Lava Jato. Naquela ocasião, Aécio ocupava o governo de Minas e não tinha nenhuma proximidade com Delcídio do Amaral. Já Clésio, então vice-governador, foi sócio de Marcos Valério na agência SMPB, um dos braços do Mensalão.
Renan liderou o PMDB do Senado para apadrinhar Paulo Roberto e Cerveró
O senador Delcídio do Amaral dedica-se, no anexo 28, a citar a maior parte da bancada do PMDB do Senado. Em seu depoimento ele descreve que o “time” formado por Renan Calheiros, Edson Lobão, Jader Barbalho, Romero Jucá e Valdir Raupp exerce sim um arco de influência amplo no governo, como no Ministério de Minas e Energia, Eletrosul, Eletronorte, diretorias de Abastecimento e Internacional da Petrobras além das usinas de Jirau e Belo Monte. Também diz que os senadores além de indicarem, “abraçaram” Paulo Roberto Costa e Néstor Cerveró na Petrobras. Por fim, diz ser testemunha do elo entre Renan Calheiros e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Segundo Delcídio, ele presenciou os dois colegas despachando diversas vezes na residência oficial de Renan.
 “Tem um arco de influência amplo, em vários setores do governo. A bancada do PMDB no Senador é protagonista, especialmente, no Ministério de Minas e Energia. Tem representantes da Eletrosul, Eletronorte e até, mais recentemente, nas diretorias de Abastecimento e Internacional da Petrobrás, além da Eletronuclear. Entre os senadores, destacam-se Renan Calheiros, Edson Lobão, Jader Barbalho, Romero Jucá e Valdir Raupp. Passaram pelas mãos desse ‘time’ as UHEs Jirau & Santo Antonio e Belo Monte entre outras obras, além da Usina Nuclear de Angra dos Reis.
Na Petrobras, abraçaram a manutenção de Paulo Roberto Costa na Diretoria de Abastecimento e Néstor Cerveró na Diretoria Internacional, como consequência do ‘escândalo do mensalão’. A ação desse grupo se fez presente em subsidiárias da Petrobras como, por exemplo, a Transpetro. Lá, reinou, absoluto, durante 10 anos, Sérgio Machado, indicado por Renan Calheiros. Seguidas vezes o vi, semanalmente, despachando com Renan na residência oficial da Presidência do Senado.”
“Vale lembrar que empresas do senador Eunício Oliveira prestavam e ainda prestam serviços terceirizados à Petrobras e a várias ministérios, através de contratos milionários
Renan, Jucá e Eunício e as propinas na saúde
Ainda no anexo 28, o delator fala em esquema de propina na Saúde, por meio de planos de saúde e laboratórios, com a nomeação de diretores da Anvisa e da ANS (Agência Nacional de Saúde). Ele diz que os senadores Renan Calheiros, Eunício Oliveira e Romero Jucá jogaram pesado com o governo para emplacar as nomeações.
Nomeações: Segundo Delcídio, Jucá (à esq) e Eunício indicaram
apadrinhados para diretorias da ANS e Anvisa
“Especial atenção deve ser dada à ANS e ANVISA, cujas diretorias foram indicadas pelo PMDB do Senado, principalmente pelos senadores Eunício Oliveira, Renan Calheiros e Romero Jucá. Jogaram “pesado” com o governo para emplacarem os principais dirigentes dessas agências. Com a decadência dos empreiteiros, as empresas de plano de saúde e laboratórios tornaram-se os principais alvos de propina para os políticos e executivos do governo.”
CPI dos correios
O delator Delcídio do Amaral descreve no anexo 13 que quando era presidente da CPMI dos Correios, durante o mensalão, participou de uma operação para ajudar o Banco Rural. Na época, ele oficiou um pedido de quebra de sigilo da instituição financeira. Porém, atendeu aos pedidos do banco para aumentar os prazos e assim dar tempo suficiente para que fossem maquiados os demonstrativos internos do Rural. Desta maneira, o banco evitaria que o mensalão atingisse o governo de Minas Gerais.
“Delcídio do Amaral expediu ofício requisitando a quebra do sigilo do Banco Rural, na condição de presidente da CPMI. Em resposta, o Banco Rural enviou, através de outro ofício, solicitação de dilação de “prazo”. Em um terceiro ofício, Delcídio concordou com a dilação de prazo para a apresentação das informações da quebra de sigilo bancário. Delcídio esclarece que, na verdade, a solicitação de dilação de prazo feita pelo Banco Rural se deu como escopo para “ganhar tempo” para “maquiar” os demonstrativos internos do Banco Rural para, assim, evitar que o “mensalão”, que é mineiro de nascença, atingisse o governo de Minas Gerais (Aécio Neves e Clésio Andrade).”
Temer e a aquisição de etanol na BR Distribuidora
No anexo 16, Delcídio do Amaral afirma que o vice-presidente, Michel Temer, foi “padrinho” do então diretor da BR Distribuidora João Augusto Henriques, que participou de um esquema de compra ilícita de etanol. A prática, segundo o delator, aconteceu entre 1997 e 2001, durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Ele diz que a relação entre o peemedebista e Henriques é antiga e que Temer tentou emplacar o colega na substituição de Nestor Cerveró para a Diretoria Internacional da Petrobrás, mas foi vetado por Dilma Rousseff. 
“Delcídio do Amaral sabe que um dos maiores escândalos envolvendo a BR Distribuidora foi a aquisição ilícita de etanol no período entre 1997 e 2001. O principal operador desse esquema foi João Augusto Henriques (ex-diretor da BR Distribuidora) e atualmente preso por ordem judicial da 13ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Curitiba. A ilicitude ocorreu durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. O “padrinho” de João Henriques no esquema do etanol foi Michel Temer, atual vice presidente da República”
 Fonte: Isto É Independente

sexta-feira, 11 de março de 2016

ELEIÇÕES 2016: Cid Gomes Recebe Dr. Carlos Macêdo e o Dr. Willames Freire Pré-Candidato do PDT de Aurora

Os bastidores fervem na política aurorense. É um momento de definições com o fim da janela partidária no próximo dia 18 de março onde os vereadores locais terão a oportunidade, caso queiram, mudar de sigla partidária sem perda de mandato.

Isso também deve mexer com a política aurorense nos próximos dias.

O PDT Cearense, partido esse que tem hoje o Grupo Ferreira Gomes a frente, deverá ter em Aurora um candidato próprio a Sucessão Municipal. O nome é o do Odontólogo Willames Freire (PDT) apontado pelo partido a sucessão municipal aurorense contando com o forte apoio do médico e Ex-Prefeito de Aurora Dr. Carlos Macedo (PSB).

Dr. Willames deverá contar ainda com a força do PT local além de outros partidos que estão em conversação com o grupo político do pré-candidato.
Cid Gomes - Willames Freire e Dr. Carlos Macedo
Um dos fortes apoiadores da candidatura de Willames em Aurora é o Ex-Governador Cid Gomes que inclusive fez essa declaração publicamente em entrevista dada ao Repórter Paulo Sérgio de Carvalho na Convenção Estadual do PDT ocorrida em Fortaleza este ano.

Na noite desta Quinta-Feira (10/03), Cid Gomes recebeu em seu apartamento na capital cearense, os Drs. Willames Freire e Carlos Macedo.
Willames Freire - Cid Gomes e Dr. Carlos Macedo
O assunto? Claro...Política de Aurora. Cid Gomes reafirmou o apoio a pré-candidatura de Dr.Wilames Freire em Aurora.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Governo do Estado envia a Assembleia Projeto de Bloqueio de Celulares em Presídios

O Governo do Estado do Ceará enviou a Assembleia Legislativa Cearense projeto de lei que dispõe sobre a proibição, às empresas de serviço de telefonia móvel, de concessão de sinais de radiocomunicação em áreas destinadas às unidades prisionais do Estado do Ceará. 

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou no início da tarde desta quinta-feira (10) projeto de lei que proíbe as operadoras conceder sinal de radiofrequência nas áreas de unidades prisionais do estado, o que impede o funcionamento de aparelho celular.

O projeto de lei proposto pelo governo estadual foi aprovada sem emendas.

A medida é "destinada a reforçar a vedação ao uso de aparelhos celulares como instrumento para que atuações criminosas sejam planejadas, ordenadas e coordenadas de dentro das unidades prisionais", segundo texto da própria mensagem enviada à Assembleia.

A desobediência à lei gerará multa diária de R$ 10 mil à operadora, que serão revertidos ao Fundo de Defesa Social (FDS).

Agentes penitenciários presentes nas galerias durante a discussão da matéria exibiram cartazes pedindo aumento de gratificação porque consideram que o bloqueio vai aumentar a pressão nos presídios e dificultar a atuação deles.